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A indústria cultura sempre foi um farol para o livre mercado, em 1920 em Hollywood já tinham os primeiros angels emprestando capital de risco para corajosos empreendedores fazerem arte. Algo subjetivo e inovador, com uma mínima chance de dar certo, exatamente como o atual mercado de startups. Não por acaso a cidade dos anjos explodiu em tempo recorde com seu Beach Valley e seu Snapchat, eles são craques neste conceito e só precisavam se interessar pelo assunto. E você também, não sai daí!

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It’s so overrated…

O entreternimento moderno já conhece a fórmula do lançamento há um século praticamente, entendem a importância de construir um produto de qualidade em três meses ou até anos para colher os dividendos por poucos dias, semanas ou ainda pior, não receber nada.

Amigo eu tenho um perfil visual… não tem problema, eu fiz um video para você!

I can’t get no…

Os cantores, djs, artistas e desenvolvedores de games vivem em um ambiente competitivo há séculos, quem sabe atê milênios, como na grêcia antiga. Buscavam nos mecenas (3F, angel, seed e venture) capital de pequeno ou grande porte para criar projetos que iriam mudar o mundo! Mesmo que a maioria estivesse fadada ao fracasso, isso resultou em um mundo mais belo e principalmente inovador.

Enquanto os empreendedores questionam o próprio livre mercado, os trendsetters vivem em um mundo de incerteza e instabilidade desde que se entendem por gente. Alguns se beneficiam com relacionamento ou fama familiar, mas a grande maioria precisar lutar em um mundo extremamente competitivo para entregar o seu melhor.

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Adam eu te amo S2

Adam Smith, homem tão importante quanto Darwin na minha humilde opinião, explicou isso didaticamente em A Riqueza das Nações. Em um livre mercado as grandes empresas são anti naturais e o sucesso é efêmero, exatamente como a vida, sim, as trocas comerciais são naturais! São as grandes empresas que usam do poder político para evitar o fracasso eminente.

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What do you mean?

Por isso que o Erico Rocha tem toda razão em escutar os conselhos do Justin Bieber (imagina esta conversa, confesso que eu ri). A trajetória de um indivíduo pode sim ser feita de picos de sucesso e fracasso, assim como os videogames, a música e o cinema tão cansados de nos ensinar. Quantas obras de arte gastam dezenas de milhões de dólares para chegar um crítico de revista ou mesmo você dizendo de boca cheia “eu achei uma bela merda”? Então, por que temos tanto medo de nos arriscar?

Foda-se

Não se apegue a uma empresa, você é um showman, o produto e o serviço podem mudar de nome ou de cnpj, mas o que importa é a sua subida no palco, pois a única marca que deve perdurar é você mesmo. Empresas e ideias vão e vem, somentes as pessoas devem ser respeitadas, esta deve ser a sua preocupação com a humanidade. Boa sorte neste novo mundo, dinâmico e instável, tenho certeza que você vai aproveitar, assim como eu espero que você curta a sua vida.

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See you later aligator…

Att.

Roberto Pantoja

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