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Existe empreendedorismo sem o conhecimento do processo político? Acredito que não. A política interfere diretamente na vida do empresário e quanto mais intervenção estatal, mais dependente é o futuro comerciante.

Protencionismo…

Como vivemos em um dos países mais fechados do mundo (economicamente): estamos de mãos atadas. Para um país com 200 milhões de habitantes, temos raros exemplos de “self made man” que atingiram o sucesso no mercado. São apenas 160 mil milionários, uma das menores proporções do planeta. E aqueles que alcançaram “o milhão” (quase todos) estão ligados de alguma forma com o governo: com dinheiro público de licitações ou incentivos.

O golpe perfeito.

O nosso empreendedorismo é refém do Estado! Somos obrigados a pedir ajuda para o nosso próprio algoz. Tudo está relacionado ao poder político, desde isenções fiscais até programas de ajuda (BNDES). Não que isso seja único e exclusivo do Brasil, mas sem dúvida incide com uma proporção maior de acordo com o nosso PIB (40%).

Essa tal de liberdade.

Para entender o próprio o conceito de empreendedorismo é necessário entender o princípio do libertarianismo. É preciso conhecer Henry David Thoreau e John Locke, que apostaram nos direitos individuais, em uma relação mínima com o governo (Estado mínimo) e um “governo que não governa”. Sem estas regras claras e estabelecidas, temos um Estado maior do que sua sociedade e assim começa o abuso de poder.

Tudo conectado e você não percebeu?

Para que o cidadão tenha autonomia para escrever (sem intervenção) sua própria história, precisa entender que a liberdade é o pai do empreendedorismo, é a base da inovação, a única alternativa concreta para a geração de valor.

Cadê a nossa liberdade?

Falta empoderamento do indivíduo, respeito a propriedade e livre mercado no nosso país, o coletivo esmagou o cidadão. Nossas organizações estão sempre envolvidas com o governo: por necessidade ou obrigação.

Não precisamos disso.

O libertarianismo não é a dicotomia da política, não é esquerda e nem direita, mas uma terceira via: é (a) político. Não acredita e nem tem interesse no controle estatal, pois entende que a política é fabricada: é a arte de enganar. A verdadeira liberdade não aceita o poder em nenhuma circustância.

Walden, um homem livre.

Liberdade significa responsabilidade, com o seu futuro e das pessoas ao seu redor. Um homem independente (livre) assume seus compromissos e jamais usa do governo (coletivo) para terceirizar assuntos indivíduais. Esperar por uma resposta que não seja a sua, nos torna cada dia mais dependentes do Estado (escravos modernos).

Wake up Neo.

O nosso país precisa de um choque de realidade, de liberdade econômica e individual. Princípios básicos da inovação, para competir e servir o consumidor de acordo com a lei da demanda e da oferta. O empreendedorismo é uma força natural, mas que é ATRASADA pelas inúmeras barreiras criadas pelo Estado. O Brasil precisa de liberdade econômica para LIBERTAR o seu desenvolvimento econônico, que naturalmente traz LIBERDADE SOCIAL. Um homem que gera riqueza, é um homem questionador, é um homem que luta ainda mais pela sua liberdade. A pobreza é uma prisão e exatamente por isso é tão difundida. 

Como?

Sem uma reforma tributária, o brasileiro será sempre um pássaro em uma gaiola, com a rara possibilidade de inovar e gerar renda. O Estado transforma uma condição NATURAL em um jogo de aposta com raros ganhadores.

Com conhecimento podemos lutar pelas causas corretas!

União

Ajude a compartilhar este manifesto, para educar as pessoas para os reais motivos para nossas mazelas. Pensando nisso criei o Instituto Liberdade para apresentar nossos REAIS problemas e dar as melhores soluções: www.institutoliberdade.com  Participe desta causa em prol da verdadeira liberdade.

Att.

Roberto Pantoja

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