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Uma boa ideia é complexa e não pode ser copiada facilmente, mesmo que seja possível, será executada em tempo recorde! A sua ideia se encaixa em alguma das opções acima? Provavelmente ela não presta para o mercado! Exatamente por isso, você não precisa ter medo de contar a sua ideia, pois, se você tem medo… é porque não tem capacidade de executá-la ou não atingiu a complexidade necessária. Em ambos os casos, você precisa de ajuda! Por isso, fale com o máximo de pessoas e não esqueça de um detalhe básico: vivemos no fututro, em um mundo globalizado e isso significa que somos influenciados pelas mesmas coisas, em São Paulo e em Tokyo. Hoje, todas as ideias são muito parecidas, as pessoas pensam as mesmas coisas, a diferença é que algumas conseguem transformar aquela solução em algo complexo como plataforma, mas simples na usabilidade (Google) ou no lançamento, criam algo com relevância global em tempo recorde (AirBNB).

Como tudo, existem inúmeras variáveis, desde relacionamentos potenciais até acesso fácil a capital financeiro… para lançar algo “novo” antes dos outros… Não é tão simples assim (muito menos no Brasil) e mesmo que você execute uma boa ideia em tempo recorde, um concorrente pode usar as próprias vantagens competitivas para te ultrapassar em dias, exatamente por isso, a ideia simples é muito perigosa! A complexidade te traz uma segurança maior (Elon Musk é contra patentes, porque será?), falo também da complexidade de transformar algo difícil em uma ferramenta simples e acessível (Google). Resumindo: algo que seja difícil de ser copiado, mas que seja popular entre os usuários. Exatamente como o conceito de inovação disruptiva, que é popularizar, tornar acessível. Confira o video com uma abordagem mais ampla:

Baseado neste conceito, observamos que é tolice criar algo completamente novo(principalmente no Brasil), pois é extremamente difícil atingir o público, seja pelo custo de divulgação, seja pela mudança de cultura(hábito). A inovação inteligente entrega um serviço ou produto de uma maneira nova em um mercado já consolidado, como um atendimento diferenciado por exemplo. Todas as inovações disruptivas dos últimos anos utilizaram desta fórmula, vide Uber e Netflix.

O livro A Estratégia do Oceano Azul fala sobre este tipo de inovação e não sobre a ideia deturpada pela maioria, de criar algo novo, que discorre numa enorme probabilidade de fracasso. Por isso, use da metodologia lean startup (enxuto na procura de um modelo de negócio — tentativa e erro) para ENTREGAR ALGO CONSOLIDADO! E deixe para empresas com muitos recursos, o fardo de criar algo realmente novo… Gostou do texto?

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